A crescente judicialização dos tratamentos para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem gerado discussões relevantes sobre a cobertura dos planos de saúde e a qualidade da assistência oferecida.
Nosso CEO e fundador, João Roberto Leitão de Albuquerque Melo, e Rafael Coelho Fernandes, sócio do Contencioso Cível, assinam o segundo artigo da nossa série sobre litigância na área da saúde suplementar, publicado no Migalhas, explicando que a mediação técnica prévia pode reduzir disputas sobre tratamentos para pessoas com TEA, conciliando a indicação médica com a capacidade de atendimento da rede credenciada.
“O melhor caminho quase nunca é a sentença ao fim de anos de litígio, e sim a mediação prévia bem conduzida ou uma perícia técnica séria e imparcial, produzida cedo”, ressaltam.
Leia, na íntegra, acessando o link abaixo.
Fonte: Migalhas