Descompasso entre colheita e beneficiamento do algodão concentra risco jurídico nas janelas de embarque

Descompasso entre colheita e beneficiamento do algodão concentra risco jurídico nas janelas de embarque

A safra 2025/26 de algodão entra em uma fase de atenção redobrada. Apesar de 95,6% da área já ter sido colhida, apenas 35% da pluma estava beneficiada, cenário que pode pressionar os prazos de embarque e elevar custos com armazenagem, frete e demurrage.

Em entrevista aos veículos Sucesso no Campo e Agro em Campo, Cristiane Lustosa Secco, Chief Legal Officer para Assuntos Corporativos e de Negócios do AMelo, explica que esse intervalo entre a colheita e a disponibilidade comercial da fibra pode se transformar em questão jurídica quando alcança prazos definidos nos contratos, especialmente nas operações destinadas ao mercado externo.

“O mercado costuma tratar atraso de beneficiamento como um problema operacional. Contratualmente, ele não é neutro: afinal, quando a fibra existe, mas ainda não está beneficiada, classificada e posicionada dentro do shipment period, a pergunta que importa é quem assumiu esse risco no contrato, e muitos contratos da safra atual não respondem a isso com clareza”, destaca.

Confira a matéria completa nos links abaixo.

Fontes: Sucesso no Campo e Agro em Campo