O caso do cão comunitário Orelha, torturado e assassinado por quatro adolescentes na Praia Brava, em Florianópolis, reacendeu o debate sobre o papel da internet no fomento de ações e condutas violentas contra grupos vulneráveis.
Em entrevista para o Portal Viva, Tatiana Naumann, sócia da área de Família e Sucessões do AMelo, comenta sobre o ECA e o dever de vigilância dos pais.
“Não se exige controle absoluto da vida digital, mas omissão relevante, especialmente diante de sinais de risco, violência, incentivo a crimes ou crueldade, pode ser interpretada como negligência”, destaca.
Confira no link!